quinta-feira, 23 de abril de 2015
Outra vez
Não sei como expressar o que senti naquele dia. Atravessei a rua como criança feliz ansiosa para obter seus prometidos doces. Fiz questão de pôr em mim meu melhor sorriso, não por obrigação, mas por espontaneidade. Ah, você demorou tanto que minha insegurança voltou desenfreadamente e, sob reflexo impulsivo parei... me entristeci. Entretanto a esperança me motivou a ficar ali. Te vi. Sorri. Caminhei contigo até o mais longínquo caminho do pensamento. Lembrar disso me faz sentir novamente o que senti no momento. Entretanto, diante da impossibilidade de esconder real personalidade, me desesperei novamente. Aprendi anteriormente que não se deve ser assim. Então cumpro a regra. Árdua. Aprendi, então, que devo temer me entregar, pois que, sem dúvida, essa regra se aplicaria e outra vez estaria eu envolto pelos meus medos, apenas eles, ninguém mais. O perdão que peço pode até ser um pedido de revogamento de algum erro meu, mas é, principalmente, por eu não poder ser o mínimo melhor que eu poderia ser.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário